Não sei se começou com você ou se comigo, mas sei que gosto mais do que posso assumir. Sei que não é possível tão pouco tempo e tanto sentimento, mas sei que sem arriscar nada nunca vou saber se isso vai dar certo.
Sou cheio de criar ilusões para mim mesmo, sabe... Mas eu me sinto meio feliz por saber que ainda sinto vontade de te ter.
E que essa vontade não passou mesmo depois de termos conversado pouquissimas vezes depois da última [falta] de conversa pessoal.
Trombar você é o que quero mais.
E ainda vou trombar, você vai ver.
E vou te balançar do mesmo jeito que você me balançou; áaah, se vou!
sábado, janeiro 3
sexta-feira, janeiro 2
transições
Apesar de como tudo anda acontecendo aqui em casa, eu tô me sentindo bem por ter descoberto coisas a respeito de uma pessoa daqui - e o que ela faria por mim em situações 'drásticas'.
Ela não tá sendo das melhores agora, confesso, mas não deixo a negar que ela reagiu melhor do que eu esperava e está tendo atitudes ridículas e desesperadoras como, por exemplo, querer me pagar uma prostituta.
É meio cômico até certo ponto querer me fazer gostar de uma coisa que tantas outras pessoas já gostam - ahahahaha! - mas ao mesmo tempo é triste, porque ela tá com esperanças de reencontrar a pessoa que ela achava que conhecia anos atrás, dias atrás, meses atrás.
a única escolha e opção é esperar pelo dia que vou poder sair, que vou poder entregar minha razão e coração para o que realmente deixa [ ou não deixa ] de importar.
Sinto que gosto um pouco exageradamente de uma certa pessoa que, até então, nunca demonstrou que sentisse o mesmo por mim - talvez até porque eu não tenha me manifestado, eu nem cheguei a querer falar isso para a pessoa por medo.
Mas não por medo de rejeição, é porque eu não posso por enquanto dar a esta pessoa todo o potencial que eu posso dar.
Muita satisfação aqui em casa, muito preconceito e muitas ideias fora do lugar.
Muito medo (meu) de dizer que te amo, até porque sei que não te amo.
só te adoro, idolatro. E isso por enquanto basta, não vou fazer com que um eu te amo vire bom dia porque sei como isso funciona.
E sei que isso cedo ou tarde vai se desencontrar.
e quanto aos enquantos, vou ter que me acostumar com as novas regras do português. Sinto raiva, quando pego gosto pra escrever tudo muda!
maas me sinto feliz porque os portugueses não vão mais poder escrever 'facto', que taaanto me irritava.
mas o fato - sem c - é que a gente vai cagar mais do que eles, depois dê uma olhada nas novas regrinhas.
difíceis de se acostumar.. mas uma boa oportunidade para quem ainda não sabe escrever aprender!
hahahahaha.
fikdik².
Ela não tá sendo das melhores agora, confesso, mas não deixo a negar que ela reagiu melhor do que eu esperava e está tendo atitudes ridículas e desesperadoras como, por exemplo, querer me pagar uma prostituta.
É meio cômico até certo ponto querer me fazer gostar de uma coisa que tantas outras pessoas já gostam - ahahahaha! - mas ao mesmo tempo é triste, porque ela tá com esperanças de reencontrar a pessoa que ela achava que conhecia anos atrás, dias atrás, meses atrás.
a única escolha e opção é esperar pelo dia que vou poder sair, que vou poder entregar minha razão e coração para o que realmente deixa [ ou não deixa ] de importar.
Sinto que gosto um pouco exageradamente de uma certa pessoa que, até então, nunca demonstrou que sentisse o mesmo por mim - talvez até porque eu não tenha me manifestado, eu nem cheguei a querer falar isso para a pessoa por medo.
Mas não por medo de rejeição, é porque eu não posso por enquanto dar a esta pessoa todo o potencial que eu posso dar.
Muita satisfação aqui em casa, muito preconceito e muitas ideias fora do lugar.
Muito medo (meu) de dizer que te amo, até porque sei que não te amo.
só te adoro, idolatro. E isso por enquanto basta, não vou fazer com que um eu te amo vire bom dia porque sei como isso funciona.
E sei que isso cedo ou tarde vai se desencontrar.
e quanto aos enquantos, vou ter que me acostumar com as novas regras do português. Sinto raiva, quando pego gosto pra escrever tudo muda!
maas me sinto feliz porque os portugueses não vão mais poder escrever 'facto', que taaanto me irritava.
mas o fato - sem c - é que a gente vai cagar mais do que eles, depois dê uma olhada nas novas regrinhas.
difíceis de se acostumar.. mas uma boa oportunidade para quem ainda não sabe escrever aprender!
hahahahaha.
fikdik².
sexta-feira, dezembro 19
condição.
Eu nunca quis que as pessoas ficassem pensando que o que eu sinto e que a atração que eu sinto são coisas dispensáveis e seletivas, que da mesma forma que eu escolho eu posso largar;
as coisas não funcionam assim, eu não escolho o que sou e tampouco escolho as pessoas que vou me apaixonar e sentir atração.
A lei da vida é assim, as coisas funcionam assim... Nossa vida é assim, cheia de julgamentos premeditados que somente vão se concretizar quando o que as pessoas querem que aconteçam, realmente aconteça: que isso pare de existir.
Não é uma escolha da minha parte, já tentei muito tentar gostar do conveniente e simples, o qual todas as pessoas têm a "obrigação" de gostar sem reclamar porque, caso o contrário venha a acontecer, tudo vai mudar e as famílias, as pessoas, os julgadores e a "audiência" não vão gostar.
Quero que todo mundo saiba que quem eu sou não tem nada a ver com essa condição. Sim, é uma condição.
As pessoas têm mania de achar que sexualidade é opção quando na verdade não é. Sexualidade é condição, ou seja, não pedimos pra ser e não têm como mudar; apenas somos, devotos à nossa eterna atração pela pessoa do mesmo - ou do oposto - sexo.
Não quero ter aquele futuro de menino que finge que namora uma menina para a família gostar e poder me aprovar de uma forma positiva enquanto, no fundo no fundo essa menina só está me acobertando para eu poder namorar um menino escondido de tudo e todos porque o "mundo" não iria gostar de ver assim.
Quero independência social, algo que esse país ainda não tem; quero apoio psicológico das pessoas que amo, coisa que esse país ainda não tem; quero as coisas básicas que uma pessoa poderia querer pra poder ser feliz da forma que lhe convém.
Às vezes sinto que nunca vou ser feliz.
Minha mãe ficou sabendo de mim e inicialmente se mostrou solidária, mas tenho medo de compartilhar minhas experiências com ela e dizer a ela tudo o que eu faço ou sinto. Ela nunca entenderia.
Ela me aconselhou a fazer coisas que eu nem imaginava que ela o faria e tentou me mostrar que o tudo que eu quero as pessoas ao meu redor nunca aceitariam, como eu já disse.
É tão difícil ser feliz assim? Se felicidade dependesse de respeito, me pergunto aonde estaríamos.
Refletir não basta mais.
as coisas não funcionam assim, eu não escolho o que sou e tampouco escolho as pessoas que vou me apaixonar e sentir atração.
A lei da vida é assim, as coisas funcionam assim... Nossa vida é assim, cheia de julgamentos premeditados que somente vão se concretizar quando o que as pessoas querem que aconteçam, realmente aconteça: que isso pare de existir.
Não é uma escolha da minha parte, já tentei muito tentar gostar do conveniente e simples, o qual todas as pessoas têm a "obrigação" de gostar sem reclamar porque, caso o contrário venha a acontecer, tudo vai mudar e as famílias, as pessoas, os julgadores e a "audiência" não vão gostar.
Quero que todo mundo saiba que quem eu sou não tem nada a ver com essa condição. Sim, é uma condição.
As pessoas têm mania de achar que sexualidade é opção quando na verdade não é. Sexualidade é condição, ou seja, não pedimos pra ser e não têm como mudar; apenas somos, devotos à nossa eterna atração pela pessoa do mesmo - ou do oposto - sexo.
Não quero ter aquele futuro de menino que finge que namora uma menina para a família gostar e poder me aprovar de uma forma positiva enquanto, no fundo no fundo essa menina só está me acobertando para eu poder namorar um menino escondido de tudo e todos porque o "mundo" não iria gostar de ver assim.
Quero independência social, algo que esse país ainda não tem; quero apoio psicológico das pessoas que amo, coisa que esse país ainda não tem; quero as coisas básicas que uma pessoa poderia querer pra poder ser feliz da forma que lhe convém.
Às vezes sinto que nunca vou ser feliz.
Minha mãe ficou sabendo de mim e inicialmente se mostrou solidária, mas tenho medo de compartilhar minhas experiências com ela e dizer a ela tudo o que eu faço ou sinto. Ela nunca entenderia.
Ela me aconselhou a fazer coisas que eu nem imaginava que ela o faria e tentou me mostrar que o tudo que eu quero as pessoas ao meu redor nunca aceitariam, como eu já disse.
É tão difícil ser feliz assim? Se felicidade dependesse de respeito, me pergunto aonde estaríamos.
Refletir não basta mais.
quinta-feira, novembro 27
assalto & sem salto
Cheguei a conclusão de que somente a desgraça me faz postar neste blog e, se você [ o leitor oculto ] ainda não percebeu que a maioria dos meus posts eu só falo de coisas ruins que aconteceram em minha vida, tá na hora de me conhecer melhor.
É chato e eu sinto que isso vai acabar se tornando - se já não se tornou - um clichê do meu blog, onde os segredos colocados no nick não se passam de desgraças nem tão ocultas quanto eu quero que sejam.
Fui assaltado, assim como em um dos meus últimos posts relatavam e, para minha infeliz coincidência, eram assaltantes da minha cor já preferida.
Eu não quero pegar preconceito e - se houver algum 'de cor' lendo isso aqui, me perdoe! - mas eu tenho meus motivos e minha classificação de pessoas as quais quero me relacionar e, como um amigo meu me disse por recado no orkut, assim que eu vejo um alto pretinho de pernas magrelas é bom eu já me afastar.
Juro que fiz isso hoje quando vi um homem assim vindo em minha direção; isso me fez atravessar a rua e deixá-lo interessado no meu desinteresse.
Relatando em simples palavras o meu último assalto, eu acho que sou capaz de fazê-lo. Foi na terça-feira, por volta das oito e meia da noite um pouquinho antes do shopping. Eles eram dois e vieram em minha direção, me cercando e me coagindo contra as sombras do bosque que logo se encontrava atrás de mim, impedindo que as pessoas e carros que passavam na avenida me vissem por não haver luz. Não me impressionei tampouco senti medo... Apenas agi com frieza e isso me assustou.
Não mexi um dedo para ajudá-los ou para me ajudar, eu estava pensando no que eles levariam de mim além do meu celular que já estava na mão deles no momento, pois foram tão rápidos que praticamente não os senti revirando meu bolso e levando meu aparelho e meu halls ( pois é, até meu halls verde eles levaram, hahahahaha.)
É triste, sabe... porque o celular que eles levaram eu consigo dinheiro pra comprar outro, mas a confiança que eu tinha nas pessoas e a felicidade que eu tinha em não ter medo delas me inspiravam a ser mais maleável com o pessoal; isso não se compra com dinheiro.
mas tudo bem... uma hora eu supero as minhas perdas não mais materiais.
outra coisa, nada a ver com o assunto.
Trabalho com crianças e cometi a maior gafe. Fui em uma sala para falar com uma aluna e, ao constatar que a sala estava vazia e que eles estavam na educação física, soltei o maior palavrão: "puta merda!"
e ao virar as costas, vejo a voz delicadissima da professora que estava na sala.
Imagina a minha cara?
Acho que vou ficar roxo por três dias e três noites, torcendo cegamente para os três dias não se transformarem em três meses. Ria de mim.
Me assusto.
É chato e eu sinto que isso vai acabar se tornando - se já não se tornou - um clichê do meu blog, onde os segredos colocados no nick não se passam de desgraças nem tão ocultas quanto eu quero que sejam.
Fui assaltado, assim como em um dos meus últimos posts relatavam e, para minha infeliz coincidência, eram assaltantes da minha cor já preferida.
Eu não quero pegar preconceito e - se houver algum 'de cor' lendo isso aqui, me perdoe! - mas eu tenho meus motivos e minha classificação de pessoas as quais quero me relacionar e, como um amigo meu me disse por recado no orkut, assim que eu vejo um alto pretinho de pernas magrelas é bom eu já me afastar.
Juro que fiz isso hoje quando vi um homem assim vindo em minha direção; isso me fez atravessar a rua e deixá-lo interessado no meu desinteresse.
Relatando em simples palavras o meu último assalto, eu acho que sou capaz de fazê-lo. Foi na terça-feira, por volta das oito e meia da noite um pouquinho antes do shopping. Eles eram dois e vieram em minha direção, me cercando e me coagindo contra as sombras do bosque que logo se encontrava atrás de mim, impedindo que as pessoas e carros que passavam na avenida me vissem por não haver luz. Não me impressionei tampouco senti medo... Apenas agi com frieza e isso me assustou.
Não mexi um dedo para ajudá-los ou para me ajudar, eu estava pensando no que eles levariam de mim além do meu celular que já estava na mão deles no momento, pois foram tão rápidos que praticamente não os senti revirando meu bolso e levando meu aparelho e meu halls ( pois é, até meu halls verde eles levaram, hahahahaha.)
É triste, sabe... porque o celular que eles levaram eu consigo dinheiro pra comprar outro, mas a confiança que eu tinha nas pessoas e a felicidade que eu tinha em não ter medo delas me inspiravam a ser mais maleável com o pessoal; isso não se compra com dinheiro.
mas tudo bem... uma hora eu supero as minhas perdas não mais materiais.
outra coisa, nada a ver com o assunto.
Trabalho com crianças e cometi a maior gafe. Fui em uma sala para falar com uma aluna e, ao constatar que a sala estava vazia e que eles estavam na educação física, soltei o maior palavrão: "puta merda!"
e ao virar as costas, vejo a voz delicadissima da professora que estava na sala.
Imagina a minha cara?
Acho que vou ficar roxo por três dias e três noites, torcendo cegamente para os três dias não se transformarem em três meses. Ria de mim.
Me assusto.
domingo, outubro 26
dicas
dicas de livros.
Adoro dar dicas de livros e essa é a primeira vez que dou uma dica de livro aqui no meu blog e, embora ninguém leia o que eu escrevo, me sinto feliz por achar que tenho uma platéia imaginária.
O nome do livro é "A Cabana" e é lindo, retrata a história de uma filha que é sequestrada e que o pai se sente a pior pessoa do mundo por não ter podido interromper o ocorrido. Dentro de ocorrências ele acaba se chocando com Deus - é uma ficção perfeita - e nesses choques, a maior pergunta que ele pôde fazer foi:
" Se Deus é tão poderoso, por quê não pode impedir as desgraças?"
Ele responde e eu, atónito, adorei a resposta.
Recomendo.
A Cabana - William P. Young
O outro livro é Crepúsculo, que todos já devem ter ouvido falar. Trata-se de um romance proibido entre vampiros e é extremamente empuxante. Posso dizer, por opinião própria, que esse suspense ultrapassa várias ficções que já li em toda minha vida, incluindo Harry Potter que, até então, era meu exemplo perfeito de história.
Se você pretende se apaixonar e se puxar por uma história que você não tem a menor idéia de como é o final, leia:
Crepúsculo - Stephenie Meyer
Adoro dar dicas de livros e essa é a primeira vez que dou uma dica de livro aqui no meu blog e, embora ninguém leia o que eu escrevo, me sinto feliz por achar que tenho uma platéia imaginária.
O nome do livro é "A Cabana" e é lindo, retrata a história de uma filha que é sequestrada e que o pai se sente a pior pessoa do mundo por não ter podido interromper o ocorrido. Dentro de ocorrências ele acaba se chocando com Deus - é uma ficção perfeita - e nesses choques, a maior pergunta que ele pôde fazer foi:
" Se Deus é tão poderoso, por quê não pode impedir as desgraças?"
Ele responde e eu, atónito, adorei a resposta.
Recomendo.
A Cabana - William P. Young
O outro livro é Crepúsculo, que todos já devem ter ouvido falar. Trata-se de um romance proibido entre vampiros e é extremamente empuxante. Posso dizer, por opinião própria, que esse suspense ultrapassa várias ficções que já li em toda minha vida, incluindo Harry Potter que, até então, era meu exemplo perfeito de história.
Se você pretende se apaixonar e se puxar por uma história que você não tem a menor idéia de como é o final, leia:
Crepúsculo - Stephenie Meyer
domingo, setembro 28
uma vida em um minuto
Descobri meu segredinho em um minuto. Encontrei pessoas que eu não esperava encontrar e quem esperava, não foi.
Não alterou em nada na minha vida, embora minhas intenções fossem mais escuras do que possa parecer.
Tentei ser transparente e não deu certo, acabei ficando com um caráter perdido no meio da rua... Gostei, pra falar a verdade.
mas aparentemente ele gostou muito mais do que eu; digo isso pela forma que ele ficou.
imagine.
[ e ria. ]
foi um domingo diferente. novas etnias, novas pessoas, novas descobertas, novos políticos (haha!) e um mar de fúria aberto para minha capacidade. Foi bom porque descobri o que gosto.
Foi ruim porque o que eu gosto não quis me satisfazer. (...)
porque foi satisfeito por alguém mais, o que é algo triste.
Não alterou em nada na minha vida, embora minhas intenções fossem mais escuras do que possa parecer.
Tentei ser transparente e não deu certo, acabei ficando com um caráter perdido no meio da rua... Gostei, pra falar a verdade.
mas aparentemente ele gostou muito mais do que eu; digo isso pela forma que ele ficou.
imagine.
[ e ria. ]
foi um domingo diferente. novas etnias, novas pessoas, novas descobertas, novos políticos (haha!) e um mar de fúria aberto para minha capacidade. Foi bom porque descobri o que gosto.
Foi ruim porque o que eu gosto não quis me satisfazer. (...)
porque foi satisfeito por alguém mais, o que é algo triste.
quarta-feira, setembro 10
você.
eu te vi só uma vez e já te vejo na minha mente todos os dias. Sei que não sinto nada e nem tenho a intenção de sentir, mas sei que mesmo que não seja em breve acontecerá algo entre nós dois e sei que vai ser perigoso eu me envolver nos seus braços buscando o afeto que eu nunca tive.
- boa sorte ?
- boa sorte ?
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